Pensando no Papai Noel - Parte II
Falando nisso...
Parece que hoje em dia, eu entendo muito mais de amor do que quando eu estava apaixonada.
Mesmo achando que pode ser uma influência da maturidade, prefiro acreditar que seja uma ironia do destino, meu momento atual de incompreensão aos exageros do amor.
Claro que se deixar levar pelas hipérboles, muitas vezes, faz com que tenhamos lembranças muito simpáticas, mas também é daí que surgiu a frase "o amor é cego".
O exagero é uma rotina do amor.
Você que já trombou sua alma gêmea por aí, sabe disso.
É impressionante como o platonismo incondicional muda num salto para a idealização; e então, num piscar de olhos as coisas crescem e ficam do tamanho das lembrancinhas de Itu.
Eu não fui uma aluna fiel as aulas de modelagem (tal qual minha professora), talvez por isso, depois da faculdade eu tenha entendido que não se molda pessoas.
Não existe o ideal. O ideal é complicado e dramático demais.
E acredite: Tudo aquilo que você pensou que existia ou achou que deveria existir não passa de ilusão.
Se você tem uma visão de amor tão perfeita e certinha... Procurar ou esperar é perda de tempo.
Dando créditos aos pensamentos alheios... (Devo citar nomes?) Sim, isso é como deixar de acreditar no Papai Noel. Não existem príncipes e princesas. Tudo é ficção.
Porém, a maioria das pessoas que acreditavam no Papai Noel, descobriu que ele não era como idealizavam, mas estava ali em forma de Pai, Mãe ou diversão... E é assim também o amor.
Não é bonzinho, não te dá carvão se você fizer as coisas erradas de sempre (não passar de ano, responder de forma mal educada, não querer comer a salada etc), não espera uma carta dizendo o que quer ganhar e o que fez para merecer, não está montado numa fantasia muito atraente, nem dá prêmios uma vez por ano.
Não se pode idealizar o amor alheio.
Amor é incondicional porque não é perfeito e aceita as sombras (que sempre vão existir) com compreensão, é dar carícias e reconhecimento, é acreditar e confiar, é aceitar independente da forma e achar que amor todo dia já é o melhor prêmio de todos os anos e sempre ser grato por isso.
Amor é amar a essência.
De resto...É exagero seu.
E os exageros são falsos.
Papai Noel existe... Só não é da forma que idealizamos quando crianças.
Amor existe... Só não é da forma que idealizamos quando amamos.
É esse o meu ponto de vista.
Expliquei.
Parece que hoje em dia, eu entendo muito mais de amor do que quando eu estava apaixonada.
Mesmo achando que pode ser uma influência da maturidade, prefiro acreditar que seja uma ironia do destino, meu momento atual de incompreensão aos exageros do amor.
Claro que se deixar levar pelas hipérboles, muitas vezes, faz com que tenhamos lembranças muito simpáticas, mas também é daí que surgiu a frase "o amor é cego".
O exagero é uma rotina do amor.
Você que já trombou sua alma gêmea por aí, sabe disso.
É impressionante como o platonismo incondicional muda num salto para a idealização; e então, num piscar de olhos as coisas crescem e ficam do tamanho das lembrancinhas de Itu.
Eu não fui uma aluna fiel as aulas de modelagem (tal qual minha professora), talvez por isso, depois da faculdade eu tenha entendido que não se molda pessoas.
Não existe o ideal. O ideal é complicado e dramático demais.
E acredite: Tudo aquilo que você pensou que existia ou achou que deveria existir não passa de ilusão.
Se você tem uma visão de amor tão perfeita e certinha... Procurar ou esperar é perda de tempo.
Dando créditos aos pensamentos alheios... (Devo citar nomes?) Sim, isso é como deixar de acreditar no Papai Noel. Não existem príncipes e princesas. Tudo é ficção.
Porém, a maioria das pessoas que acreditavam no Papai Noel, descobriu que ele não era como idealizavam, mas estava ali em forma de Pai, Mãe ou diversão... E é assim também o amor.
Não é bonzinho, não te dá carvão se você fizer as coisas erradas de sempre (não passar de ano, responder de forma mal educada, não querer comer a salada etc), não espera uma carta dizendo o que quer ganhar e o que fez para merecer, não está montado numa fantasia muito atraente, nem dá prêmios uma vez por ano.
Não se pode idealizar o amor alheio.
Amor é incondicional porque não é perfeito e aceita as sombras (que sempre vão existir) com compreensão, é dar carícias e reconhecimento, é acreditar e confiar, é aceitar independente da forma e achar que amor todo dia já é o melhor prêmio de todos os anos e sempre ser grato por isso.
Amor é amar a essência.
De resto...É exagero seu.
E os exageros são falsos.
Papai Noel existe... Só não é da forma que idealizamos quando crianças.
Amor existe... Só não é da forma que idealizamos quando amamos.
É esse o meu ponto de vista.
Expliquei.
sábado, dezembro 27, 2008
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Amor
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6 comentários:
Uau! Essa continuação me surpreendeu ;)
e viva o amor!!! :D
acho que não saiu em dvd ainda não! (capitu)
pq senão concertezxa a globo ia fazer propaganda; ~
alendaria fabrica de ilusoes capitlistas natalinas com um pano de fundo o amor e suas vertentes..confesso que fiquei fascinado com esse segundo texto
gostei do blog
"Papai Noel" e "Natal" sempre se encontram na boca das pessoas no fim do ano, mas todos esquecem do "amor".
Gostei tanto desse post que escrevi um no www.farofaamilanesa.blogspot.com baseado nele ^^
Eu acredito no amor... por mais utópico que venha a ser.
Agora, papai noel eh foda, e das malacabadas.
ps: troquei o blog pra wordpress.
bjo
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